Minha retina tem um espaço no canto, onde sim, fica a janela. Como é o nome daquele final do olho grudado no nariz, que ainda não é olho? É ali que vejo mundos novos, céus, aviões que deslizam, ansiedades exterminadas numa mesa de café da manhã na Tailândia. Onde ando olhando, quando me canso do resto? Nesta pequena réstia do olho inacabado, vai ver que é o fim do olho, vai ver é o começo. Vai ver.

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3 comentários em “

  1. Adoro!!!… me identifico sempre com sua escrita, incrível.

    Não pude ir no lançamento do seu livro, mas vou lá na livraria da UFES adquirir um exemplar, e vou andar com ele na bolsa pra pegar um autografo quando te encontrar por ai…

    um grande abraço e parabens pelo livro.

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