O nove pode ser novo

Ando confiante em grandes mudanças.
Desde o final de outubro.
Talvez porque ande confiante em mim.
E confiante nas pessoas e principalmente em gente.
Fiz novos amigos, fiz novos amores. Tratei acordos, desfiz outros e desconstruí e reformei e construí.

E passei a crer novamente com toda a força de minha vontade e com alguma dissimulada desconfiança, que insisto em ter, para não perder o passo firme em qualquer chão.

No dia 25 caminhei no calçadão e vi crianças inaptas com seus novos brinquedos: patins e outros objetos de correr. Skates e bicicletas.

E parecia uma metáfora de como nos sentimos num ano novo no qual a gente se esmera em acreditar que tudo vai ser diferente. Mesmo que seja do mesmo. É que recomeço é coisa que dá dentro da gente e que pode ser sutil e inefável. Como um piscar.

Afinal temos cílios nos olhos para afagar o que vemos.

Que este 2009 seja dentro dos conformes e além.

Que tenha paixão, sucesso, felicidades e um pouco de dor, para lembrarmos do humano a que todos estamos expostos, irremediavelmente e para o gozo ser ainda maior quando chegar.

Um 2009 humano para todos vocês. E com mais histórias para contar, e repleto de amigos para ouvir a narrativa.

Um 2009 que serve de gancho poético para o novo.
NoveNovo. Ave.

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